segunda-feira, 25 de abril de 2011

inclusão digital

     Nos dias atuais, a tecnologia está inserida no nosso cotidiano como no simples ato de assistir televisão, fazer uma ligação em um telefone móvel, efetuar saques nos bancos em caixas eletrônicas ou através da Internet, fazer compras de qualquer produto, verificar o saldo da conta bancária, entre outras ações possíveis. Isso caracteriza a chamada Sociedade da Informação. De acordo com Takahashi (2000, p. 03), “rapidamente nos adaptamos [...] a viver na Sociedade da Informação, uma nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades há apenas poucos anos inimagináveis”.

                    Porém, essa rápida evolução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) trouxe consigo algumas desvantagens. Várias classes da sociedade, principalmente as mais baixas, ficaram excluídas de todo esse processo, caracterizando assim a Exclusão Digital. Segundo Sorj e Guedes (2005, p. 02) “a introdução de novas TICs aumenta a exclusão e a desigualdade social”, com isso pessoas de menor renda que normalmente não têm como comprar essas TICs tornam-se excluídas. Ainda Sorj e Guedes falam que 

Como o ciclo de acesso a novos produtos começa com os ricos e, posteriormente, se estende aos pobres, depois de um tempo mais ou menos longo (e o ciclo nem sempre se completa), a introdução de novos produtos essenciais aumenta a desigualdade. Os ricos são os primeiros a usufruir as vantagens do uso e/ou domínio dos novos produtos, no mercado de trabalho enquanto a sua carência aumenta as desvantagens dos grupos excluídos (SORJ; GUEDES, 2005 p. 03).
 Levando em conta isso, o governo estabeleceu através de políticas públicas, ações para mudar essa situação. Foram criados programas de inclusão digital como, Computador para Todos que visa estabelecer preços menores na venda de computadores e Projeto Casa Brasil que visa implantar junto às comunidades carentes, um espaço destinado a ter inclusão digital. Esses são exemplos de algumas possíveis soluções para diminuir a exclusão digital e aumentar de certa forma a competitividade no mercado de trabalho das pessoas de classes sociais mais baixas.

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