domingo, 12 de junho de 2011

Não são esses os alunos que queremos formar! devemos ensina-los a utilizar esse recursos para o progresso e não o retardo... devemos nos atualizar!

Educação a distância vale a pena?

Para quem mora longe de uma universidade ou não pode ir à aula todos os dias, a Educação a distância (EAD) parece ideal. Por isso, ela tem conquistado tanto espaço. Em 2000, 13 cursos superiores reuniam 1.758 alunos. Em 2008, havia 1.752 cursos de graduação e pós-graduação lato sensu com 786.718 matriculados, segundo a Associação Brasileira de Educação a Distância (Abed). A modalidade de ensino usa ambientes virtuais, chats, fóruns e e-mails para unir professores e turmas. Assim, quem é de Ribeirão Cascalheiras, a 900 quilômetros de Cuiabá, por exemplo, pode se formar em Pedagogia pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), que mantém um polo na cidade.
As experiências no ensino a distância por aqui começaram no início do século 20, com cursos profissionalizantes por carta, rádio e, mais tarde, pela TV. Só com a internet e a banda larga, eles se tornaram viáveis na graduação e na pós.
Apenas recentemente começamos a apostar na EAD como uma saída para suprir a demanda por formação superior no país. Criada em 2005, a Universidade Aberta do Brasil (UAB) tem como prioridade a formação inicial de professores da Educação Básica pública, além de formação continuada aos graduados. Por meio de parcerias entre 38 universidades federais, a UAB oferece 92 opções de extensão, graduação e pós-graduação.
Poucos formados e falta de fiscalização preocupam
Estudo de 2007 capitaneado por Dilvo Ristoff, então diretor do Departamento de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), comparou os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade/2006) nas modalidades presencial e a distância. Das 13 áreas em que o confronto foi possível, os de EAD se saíram melhor em sete: Pedagogia, Biologia, Física, Matemática e Ciências Sociais, além de Administração e Turismo. Isso mostra que o fato de as aulas serem a distancia não significa que elas sejam de pior qualidade.
No entanto, é forte a desconfiança no mercado de trabalho em relação aos egressos dessa modalidade. Isso, em parte, por haver poucos diplomados. Dados do Inep revelam que, enquanto a graduação presencial formou 736.829 profissionais em 2006, o ensino a distância contabilizou apenas 25.804. Esse contingente ainda é pequeno para que as redes avaliem a competência deles.
Além disso, especialistas apontam graves problemas na forma como a EAD tem sido conduzida no país. No estudo Professores do Brasil: Impasses e Desafios, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), a coordenadora Bernardete Gatti, da Fundação Carlos Chagas (FCC), relata que o governo federal ainda não dispõe de aparato suficiente para acompanhar, supervisionar e fiscalizar os cursos, fato que comprometeria sua qualidade. Outro ponto frágil da política governamental, segundo o trabalho, seria a pouca verba destinada aos tutores (que acompanham a aprendizagem dos grupos), feito por meio de bolsas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o que tornaria a qualificação dos profissionais precária.
Para não entrar em uma arapuca, o importante é avaliar as opções antes de se decidir. O documento Referências de Qualidades para a Educação Superior a Distância, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), indica o que você tem direito de saber antes de se matricular:
- Métodos de ensino da universidade
- Tecnologias usadas
- O tipo de material didático usado
- Os tipos de interação disponíveis
- Quanto tempo leva para o tutor responder às dúvidas.
Outra medida importante é verificar se a instituição está credenciada, se é reconhecida e se já foi fiscalizada. Para isso, basta pesquisar no site siead.mec.gov.br, que traz as instituições que oferecem graduação e pós lato sensu a distância.
Tão importante quanto essas medidas é analisar se o modelo preenche suas necessidades e se é adequado ao seu perfil (faça o teste para saber se você tem o perfil do aluno a distância). Muito se diz sobre a EAD, mas nem tudo pode ser levado a sério. Para ajudar você a conhecer melhor essa modalidade, selecionamos as 16 afirmações mais comuns sobre ela e, com base em estudos, estatísticas e opiniões de renomados especialistas, esclarecemos o que é mito e o que é verdade.


Acessibilidade Digital para pessoas com deficiência - Jornal Futura

Acessibilidade

Na nossa sociedade falamos muito sobre acessibilidades, inclusão, justiça social e outros, mais oque realmente fazemos para solucionar esses problemas?  Nos educadores fazemos paradas pedagógicas, assistimos a palestras, seminários e  outros para discutir esses assuntos , mais quando temos um aluno com alguma dificuldade de aprendizagem, são poucos os que sabem lidar com a situação.
Atualmente contamos com muitos recursos que nos auxiliam na missão de educar esses alunos, e a tecnologia é uma forte aliada. Os avanços tecnológicos nos possibilitaram a criação de novos mecanismos para se trabalhar com alunos com dificuldade de aprendizado ou alguma deficiência, existem teclados digitais, para pessoas com dificuldades motoras, programas que fazem a leitura de paginas da internet para aqueles que possuem  problemas auditivos, entre outros.
possibilitando também uma melhoria de vida a essas pessoas, tanto nos estudos como no trabalho, garatindo assim a inserção destes no mercado de trabalho.

Não é a tecnologia que ira sozinha resolver o problema da educação, ela é sim uma grande aliada, mais precisamos repensar nossas metodologias!!!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Plano de aula



Tema: As voltas que o tempo dá.
Ano: 3º.
Tempo: 5 aulas.
Objetivo geral:
  • Utilizar informações sobre o tempo fazendo com que os estudantes se apropriem e percebam a sua importância.

Objetivo especifico:

  • Comparar formas de registrar e falar em horas;
  • Realizar leitura de horas em relógios digitais e analógicos;
  • Ser persistente na resolução de problemas;
  • Valorizar a linguagem matemática para comunicar suas ideias;
  • Mostrar interesse e curiosidade pela história da matemática;
  • Despertar pensamento e propiciar a troca de experiências e conhecimentos;
  • Apropriação das horas com o auxilio de jogos educativos;

Conteúdos:

·         Explorando a história da humanidade em relação às medidas de tempo;
·         Reconhecimento de instrumentos utilizados para medir o tempo;

Temas transversais:

·         Ética: diálogo, respeito mútuo, solidariedade;
·         Meio ambiente: observação do tempo;
·         Pluralidade cultural: diferentes formas de transmissão de tempo;

Recurso:
  • Os estudantes precisam pesquisar fotos e textos de relógios antigos e atuais.
  • Cartolina, folha sulfite, lápis de cor, canetinha, tesoura, cola.
  • Relógios digitais e analógicos;
  • Laboratório de informática e jogos pedagógicos com atividades sobre o tempo;
  • Relógio de parede;

Desenvolvimento:
Aula 1:
Em primeiro momento roda de conversa para ativar o conhecimento prévio dos estudantes sobre o tempo, na sequencia contar a história do relógio.

Tempo e história:
Maria Inez Turazzi e Carmen Teresa Gabriel

Estudando os astros no céu e os fenômenos da natureza, os camponeses, os artesãos, os marinheiros e, principalmente, os astrônomos aprenderam a calcular a duração dos dias e das noites, a mudança das estações, a chegada de um novo ano. Graças a essas observações, criaram os primeiros instrumentos capazes de medir o tempo, isto é, de calcular a passagem das horas.
Para criar instrumentos capazes de medir as horas, os povos antigos utilizam os recursos que podiam ser encontrados na própria natureza, como a luz do sol, a água, a areia, a pedra etc. Os primeiros modelos foram os relógios de sol e as clepsidras (relógios de água). Depois vieram as ampulhetas. Mas, naturalmente, eles não eram tão exatos como os atuais. Só que isso não tinha grande importância, porque as pessoas daquela época também não tinham necessidade de saber a hora exata.
Por volta de 1300 os relógios mecânicos começaram a aparecer na Europa...

Na sequencia conversar com os estudantes sobre o texto e solicitar que para próxima aula tragam diferentes tipos de relógio para discutir o funcionamento de cada um.
Aula 2:
Através da observação dos diferentes tipos de relógios trazidos para a classe, questionar e comparar, formular hipóteses e identificar as características de cada relógio: o que representam os números, os ponteiros, os dois pontos, os zeros, entre outros.
Comparar o relógio digital e o analógico e desenhando os dois junto aos estudantes em uma cartolina.
Solicitar que cada estudante crie em uma folha sulfite o relógio que mais se identificou utilizando lápis de cor para colorir, após será realizada uma exposição dos relógios para  todos da escola e comunidade em geral.
Solicitar que os estudantes observem que horas começa e finaliza a aula, respondendo quantos minutos são.

Aula 3:
Em uma roda de conversa observar as respostas dos estudantes, estimulando-os a buscar sempre mais informações sobre o relógio.
Distribuir para cada estudante uma folha com a seguinte atividade:



Aula 4: Propiciar um momento de jogos com a utilização dos computadores da sala de informática.
Sites:


Aula 5: Instigar os estudantes para criar um texto sobre o seu dia, mostrando como organiza seu tempo;

Trabalho interdisciplinar:
Matemática: aprender as horas.
Artes: confecção de um cartaz para exposição para o colégio e a comunidade.
História: evolução dos instrumentos de medida de tempo.
Português: criar um texto sobre o dia a dia do estudante.
Informática: jogos educativos utilizando o computador.
Educação física: observar que horas começa e finaliza a aula, respondendo quantos minutos são.

Leitura recomendada:
Para envolver os estudantes na atividade recomendar que emprestem na biblioteca os livros:
 Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll;
 De hora em hora da Ruth Rocha;
 Contando com o relógio de Nilson Machado;
O menino que quebrou o tempo de José Maviael Monteiro;











Referencias bibliográficas:
PIRES, Célia. Matemática no Planeta Azul. Editora Reform. São Paulo, 2000.

TURAZZI, Maria. Tempo e História. Editora Moderna, 2000.

Sistema FTD. Um jeito de aprender. São Paulo. Editora Moderna. São Paulo, 2003.









segunda-feira, 30 de maio de 2011

ARQUIVOS DE COMPUTADOR

 Na atualidade, a maioria de nós utilizamos os recursos tecnológicos em nossas ações do dia-a-dia, seja no trabalho, nos estudos ou em nossa residência, porem existem alguns pequenos “segredinhos” que devemos levar como lembretes ao salvar ou abrir um arquivo.
 Arquivos podem conter informações de qualquer tipo de dados que se possa encontrar em um computador: textos, imagens, videos, programas, musicas, e   mensagens que possibilitam uma melhor comunicação entre as pessoas.
. Normalmente o tipo de informação encontrada dentro de um arquivo pode ser observando através dos últimos caracteres do seu nome, após o último ponto. Esse conjunto de caracteres é chamado de extensão do arquivo. Se nessas extensões aparecerem os caracteres, exe ou bat, estas não são confiáveis podendo conter vírus , já  jpeg, BMP, GIF, são caracteres confiáveis.
Como os arquivos em um computador são muitos, esses arquivos são armazenados em pastas, a partir daí, foram criados vários termos para facilitar a compreensão da capacidade de armazenamento, processamento e manipulação de dados nos computadores. No que se refere aos bits e bytes, tem-se as seguintes medidas:
1 Byte = 8 bits
1 kilobyte (KB ou Kbytes) = 1024 bytes
1 megabyte (MB ou Mbytes) = 1024 kilobytes
1 gigabyte (GB ou Gbytes) = 1024 megabytes
É sempre bom lembrar que os vírus comprometem a qualidade de funcionamento da maquina, dai a grande importância de seguir alguns requisitos básicos de segurança como a utilização do antivírus frequentemente. 

domingo, 29 de maio de 2011

Ambientes Virtuais de Aprendizagem




A criação e o uso de ambientes virtuais de aprendizagem têm crescido
muito no Brasil nestes últimos anos. Além disso, tem sido cada vez mais
utilizada ferramentas tais como chats, listas de discussão e fóruns para
o auxílio em cursos presenciais e à distância, bem como para a criação
e gerenciamento de comunidades virtuais. Além de ambientes já consagrados tais como Teleduc, Aulanet, WebCT, etc, várias universidades e
empresas vêm desenvolvendo e utilizando seus próprios ambientes. Tais
softwares têm sido amplamente utilizados em disciplinas de matemática,
idiomas, ciências, etc.
É notável que o avanço tecnológico possibilitou uma nova realidade educacional: o ensino mediado por computador. A inserção do computador na educação provoca uma mudança de comportamento dos participantes do processo ensino - aprendizagem. Um de seus efeitos é o aumento crescente da quantidade de informação disponível e acessível aos alunos e professores. Paralelamente, surge a possibilidade de contato remoto entre os participantes do processo através da comunicação pela Internet. Desta forma, a sala de aula perde gradativamente suas fronteiras de tempo e espaço.
Esse novo ambiente de aprendizagem favorece também a reflexão e a reformulação das metodologias de ensino praticadas nas escolas e nas universidades.
O ambiente virtual propicia o resgate de uma postura mais ativa e menos passiva dos alunos.
O professor também precisa adaptar-se à nova tecnologia e ao seu novo papel na sala de aula virtual. Como essa é uma mudança brusca nos paradigmas do ensino tradicional, a opção pela modalidade semi-presencial atende às dificuldades de difusão e absorção de novas tecnologias, além de permitir um custo mais acessível do que nos programas de ensino totalmente a distância. Esse formato de transição (semi-presencial) não entra em choque com o modelo tradicional, apenas incorpora elementos novos ao modelo com que professores e alunos estão acostumados, facilitando a introdução das novas tecnologias.
O desenvolvimento de materiais didáticos para uso em Ambientes Virtuais de Aprendizagem exige conhecimentos de diversos campos, como informática, programação visual, psicologia da aprendizagem e o conteúdo específico a ser ensinado. Esse novo formato de trabalho leva o professor a uma reformulação de suas práticas e métodos de ensino, de forma a obter uma mudança de qualidade significativa no processo ensino - aprendizagem.
É fundamental fornecer suporte na preparação do professor para exercer suas funções neste novo ambiente, aproveitando ao máximo os recursos oferecidos pela plataforma. É de vital importância que o professor esteja preparado para se relacionar com seus alunos através da interface computacional e para isso ele precisa dominar as ferramentas disponíveis. A aplicação da tecnologia na educação, o que para muitos professores é vista como um risco, não substitui nenhum dos elementos envolvidos com o ensino presencial tradicional. O ensino semi-presencial mantém ainda as principais referências do ensino presencial. Desta forma, tanto alunos quanto professores, podem realizar uma transição suave para o novo contexto e os professores podem se concentrar na adaptação e utilização das estratégias mais adequadas ao novo ambiente de ensino.
Acreditamos que o uso de Ambientes Virtuais de Aprendizagem é mais uma alternativa para dinamizar o ensino e tornar as aulas presenciais mais agradáveis e interessantes. Porém, sua adoção como suporte ao ensino presencial, depende fortemente da existência de uma infra-estrutura adequada e de uma proposta pedagógica eficiente, fatores primordiais na promoção de uma melhoria significativa do processo ensino - aprendizagem.
Professores e alunos precisam ser alfabetizados em relação às possibilidades das novas tecnologias, de modo que os desníveis de conhecimento tornem-se cada vez menores. A curiosidade e o interesse, tanto dos alunos quanto dos professores, por novidades tecnológicas pode contribuir muito para o avanço da Educação apoiada pelas Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

inclusão digital

     Nos dias atuais, a tecnologia está inserida no nosso cotidiano como no simples ato de assistir televisão, fazer uma ligação em um telefone móvel, efetuar saques nos bancos em caixas eletrônicas ou através da Internet, fazer compras de qualquer produto, verificar o saldo da conta bancária, entre outras ações possíveis. Isso caracteriza a chamada Sociedade da Informação. De acordo com Takahashi (2000, p. 03), “rapidamente nos adaptamos [...] a viver na Sociedade da Informação, uma nova era em que a informação flui a velocidades e em quantidades há apenas poucos anos inimagináveis”.

                    Porém, essa rápida evolução das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) trouxe consigo algumas desvantagens. Várias classes da sociedade, principalmente as mais baixas, ficaram excluídas de todo esse processo, caracterizando assim a Exclusão Digital. Segundo Sorj e Guedes (2005, p. 02) “a introdução de novas TICs aumenta a exclusão e a desigualdade social”, com isso pessoas de menor renda que normalmente não têm como comprar essas TICs tornam-se excluídas. Ainda Sorj e Guedes falam que 

Como o ciclo de acesso a novos produtos começa com os ricos e, posteriormente, se estende aos pobres, depois de um tempo mais ou menos longo (e o ciclo nem sempre se completa), a introdução de novos produtos essenciais aumenta a desigualdade. Os ricos são os primeiros a usufruir as vantagens do uso e/ou domínio dos novos produtos, no mercado de trabalho enquanto a sua carência aumenta as desvantagens dos grupos excluídos (SORJ; GUEDES, 2005 p. 03).
 Levando em conta isso, o governo estabeleceu através de políticas públicas, ações para mudar essa situação. Foram criados programas de inclusão digital como, Computador para Todos que visa estabelecer preços menores na venda de computadores e Projeto Casa Brasil que visa implantar junto às comunidades carentes, um espaço destinado a ter inclusão digital. Esses são exemplos de algumas possíveis soluções para diminuir a exclusão digital e aumentar de certa forma a competitividade no mercado de trabalho das pessoas de classes sociais mais baixas.